Narco-mar. Capítulo 71. A difícil captura de um traficante de drogas


 A polícia estava atrasada porque o tenente que deveria liderar a operação de prisão daqueles que agrediram o Dr. Umiña, pai do Dr. Máxima, estava atrasado. Então ele chamou o promotor de plantão quando eram quase 10 da noite, mas ela havia saído da província, abandonado seu posto. Por fim, pressionados pelo povo, entraram no restaurante junto com o Dr. Umiña.

O pai do jovem que havia estudado na Ucrânia abordou agressivamente o Dr. Umiña.

- Ainda bem que ele te deu aquela surra, astúcia do governo - disse encarando-o e tentando assustar o médico.

- Tome nota oficial. É uma confissão perante testemunhas que o homem, motivado aqueles que me atacaram, é o suposto autor intelectual dessa agressão.

- Calma doutor, deixe-me perguntar.

- Sim, claro, oficial, pergunte a ele.

- O que você é para a pessoa que o médico acusa de agressores?

- Eu sou o pai dele do mais novo, o outro é o dono do restaurante. Esse cara que se diz médico estava aqui nos provocando e por isso teve o que merecia.

- Policial você também tem que parar esse homem, que aparentemente foi quem mandou seu filho me bater.

- Para entrar neste lugar e me impedir você tem que ter um mandado. Oficial, mostre-me a ordem para vir aqui e me parar.

O oficial ficou desconfortável- O homem denuncia um crime infraganti- ele respondeu

- Isso não aconteceu aqui, foi na rua e aqui. como você verá as pessoas que ele aponta não estão lá.

-Os vizinhos dizem que o homem que está naquela janela, na casa ao lado é a pessoa que atacou o médico- disse um policial que estava procurando aqueles que o médico apontou como agressores.

"Tente entrar na casa", ordenou o oficial.

- Já tentamos mas está tudo trancado. Há um cachorro grande e muito corajoso.

- O que você acha, um médico bicha que deu merda em você? -disse o antigo dono de uma fazenda de camarão, muito ousado- Mostre-se como um homem. Bata-me se tiver coragem. Seu covarde filho da puta!

- Policial, o homem está me insultando e me provocando, ele tem que pará-lo também pelo que ele disse, o que é um insulto.

-Calma, vocês dois. Vamos, doutor, vamos sair até recebermos uma ordem de um promotor.

- Mas oficial... Por que você não o impede?-

- Vamos lá fora esperar até que os policiais vejam como entrar na casa e prendê-los.

Quando o oficial e o médico se preparavam para sair do restaurante, o velho criador de camarão, apoiado pelo outro filho, tocou rudemente nas nádegas do médico.

- Você gosta de foder as nádegas não viado? - Disse em tom debochado.

- Isso é uma agressão sexual. Policial, peço que prenda este indivíduo!-disse o médico.

- Vamos doutor, venha comigo por favor- O oficial pegou o braço do médico e o escoltou para fora do restaurante.

- Você tem que ir ao escritório do promotor amanhã e apresentar uma queixa. É tudo o que podemos fazer por enquanto.

Enquanto espera do lado de fora do restaurante pelo médico. Uma mulher que era dona da loja se aproximou, próximo ao local onde o médico foi agredido.

-Doutor, meu filho tem a filmagem no celular do que aconteceu com ele. Você tem que detê-los, já que eles vieram morar naquela casa, aqui na aldeia eles são rudes. Ameaçaram meu filho, são abusivos, se encontram na pizzaria perto da praia e nos restaurantes para beber, se drogar, sempre procurando briga quando já estão cheios de álcool, maconha e cocaína.

- Doutor, vamos, vamos deixá-lo em casa com sua filha. Por enquanto, nada mais pode ser feito.

- Quão? Bem, eles não param aquele velho alcoólatra e viciado em drogas e seus filhos – alegaram os donos da loja e os vizinhos.

O policial chamou a polícia e colocou o médico e seu filho a bordo para levá-los para casa.

Ao chegar em casa, a Dra. Máxima se conectou pela internet com sua mãe e suas irmãs que moravam fora do país, que ficaram horrorizadas.

No dia seguinte eles foram até a Promotoria de Santa Rosa fazer a denúncia, e a Promotoria designou um policial para ir imediatamente, mas quando chegaram na Delegacia de Santa Rosa com a ordem, todos os policiais estavam ocupados, disseram a ele que Ele vai esperar por você no lugar em San Medardo onde foi atacado.

Enquanto esperava em San Medardo pela chegada da polícia, o dono da loja que estava reclamando com a polícia se aproximou dela.

- Doutor, você tem que procurar o verdadeiro dono daquela casa, que é advogado, ele pode ajudá-lo com prazer, pois ele os tem com uma ação judicial para tirá-los.

-Pode me dar o telefone?

- Claro que sim. Além do mais, agora mesmo ligo para ele e coloco no telefone.

- Muito obrigado.

- Espere, já está tocando..... Olá doutor, sou seu vizinho, o dono da loja ao lado da passarela em San Medardo..... Veja doutor, aqueles que tomaram conta de sua casa quase mataram um médico e agora quer processá-los. Você poderia ajudá-lo?

- Ele diz encantado. Atenda o telefone. Fale com o Dr. Armenian, esse é o nome dele.

- Eu sou o Dr. Umiña e fui atacado. Você pode me ajudar a fazer uma reclamação?

Comentarios

Entradas populares de este blog

NARCOMAR. CAPÍTULO 48. Corrupção na Rede de Saúde Camponesa

Narco-mar. CAPÍTULO 67. O Partido dos Ladinos e Traidores

NARCO-MAR Capítulo 68. Um maldito bastardo atrevido